Posts Tagged ‘Comportamento humano

24
out
08

Qual o sexo frágil?

Com certeza vocês lembram-se dessa galera, eles faziam parte de um seriado da Globo, o Sexo Frágil, onde eles incorporavam tanto os papéis masculinos e femininos. Onde eles vivenciam na pele o que as mulheres passam.
Onde eu quero chegar com isso? Quero chegar no SEXO FRÁGIL!
Há uma eterna discussão sobre quem verdadeiramente é o sexo frágil, dizem que são as mulheres, dizem que são os homens. Mas, na verdade quem é o “sexo frágil”?

Segundo eu, pensando comigo mesmo, entramos num acordo e achamos algumas coisas (estatisticamente, não se aplica num todo):

  • A mulher é o sexo frágil se falar-mos fisicamente, mas no que se refere à personalidade, ela é sim o sexo forte. As mulheres são mais resolvidas, demonstram o que sentem, e ao serem traídas procuram, normalmente uma maneira de virar o jogo.
  • Seguindo a linha de raciocínio, posso dizer que a mulher é o sexo sensível, delicado e meigo. Uma mulher apaixonada contagia todo o lugar com sua sensibilidade.
  • O homem é mais forte que a mulher fisicamente, isso não quer dizer que somos mais fortes no que se diz a sentimento, homem quando se apaixona morre de vontade de estar sempre perto da pessoa amada, mas, normalmente usa uma máscara do tipo “eu sou forte, não preciso disso”.
  • Homem quando é traído, normalmente sofre, mas não quer demonstrar, principalmente para os outros amigos. Chora escondido e tal, mas demonstrar nunca!
  • Mulher vive de aparências, tipo roupa, calçados, bolsas. É como se o status dependesse da embalagem.
  • Homem também vive de aparências, mas outro tipo, do tipo “I´M THE MAN”. É o garanhão, é o que come mais no rodízio, ou seja, tem que mostrar que é o melhor, mesmo não gostando do que está fazendo.

Então agora fica a critério de vocês decidirem, mas sinceramente acho isso uma grande besteira, porque como eu comecei dizendo, isso é apenas estatístico, na realidade muita gente vai ler e dizer: Ah! Comigo não é assim.
Lembrem-se, cada pessoa é um mundo a ser desvendado.
Eu sou do conceito: Seja você mesmo!
Não sei se estou certo ou errado, mas eu não vivo à custa do que as pessoas vão pensar de mim.

Ou seja, “SEJA VOCÊ MESMO!”

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24
set
08

Indiferença… o contrário do amor!

O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.

O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.

Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.

Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.

Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.




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