
Vivemos hoje em um dilema, usar Linux ou Windows? A nivel de custo e estabilidade a resposta lógica é Linux. Mas vem a pergunta: “Se é tão lógico, por que não se usa tanto Linux?”
Sabemos que há muitos anos somos massacrados pelo monopólio do Sistema Operacional e nem percebemos. Só falamos no Windows, só compramos o Windows, só usamos o Windows. Sabemos o que ele nos oferece e somos gratos por isso. Esquecemos de conferir o que os concorrentes têm a oferecer.
E assim Bill Gates abusou de nossa boa vontade lançou produtos inacabados e colocou os preços nas nuvens – se tornou o homem mais rico do mundo e foi feliz para sempre.
Em 1991, o finlandês Linus Torvalds lançou o Linux, um sistema operacional revolucionário que prometia bater o Windows. Hoje, no Brasil, segundo a Istoé, ele funciona em 27% dos servidores de rede e em 5% dos micros domésticos. Na maioria das Procuradorias, o Linux é o sistema operacional escolhido para hospedar as páginas (Internet e Intranet) da instituição.
As principais diferenças entre os dois são:
1) O Windows tem código fonte fechado, isto é, ninguém pode alterá-lo, só o fabricante tem acesso para corrigir os erros ou aperfeiçoá-lo. Ao contrário, o Linux não tem segredos e há vários grupos trabalhando em seu desenvolvimento e criando versões de acordo com as diversas necessidades do mercado.
2) Uma única cópia do Windows está sendo vendida em média por R$500,00 (quinhentos reais) enquanto o Linux é distribuído, sem limite de instalações, cobrando-se apenas os preços dos manuais e da mídia.
3) O Linux é estável, praticamente não trava, trabalha como um verdadeiro sistema operacional multitarefa. No Windows freqüentemente temos que pressionar Ctrl+Alt+Del e reiniciar o computador.
4) Há uma grande oferta de aplicativos para o Windows, principalmente jogos, o que o torna o preferido dos usuários domésticos. No Linux há programas para editar imagens, digitar textos, acessar a Internet, mas quanto aos jogos ele deixa a desejar.
5) O Linux tem procedimento de instalação potencialmente mais difícil e só é recomendável a usuários experientes fazê-lo sem assistência.
E porque usamos ainda tanto o Windows (inclusive eu)? Simples! A inércia e o comodismo, próprios de nossa rotina de trabalho, inibe inovações. Atualmente é melhor evitar dor de cabeça com usuários com preguiça de aprender o novo mais cômodo manter o que está. Mas acredito que isso em breve vai mudar.
Eu prometo que hoje mesmo estarei instalando o Linux no meu micro e começarei a trabalhar com ele.
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