Enfrente seus lobos…
Enfrente seus lobos…
Nem é preciso falar mto, as imagens falam por si… hahahaha!

Todo mundo é belo, só precisa ter $$. rs!
A cada dia passado podemos perceber que novas expressões vêm surgindo no vocabulário coletivo populacional, cuja função é denominar os indivíduos de acordo com as suas personalidades e índoles perante a sociedade. Na maioria das vezes esses cognomes nascidos de modos aleatórios são altamente vulgares, porém também são simultaneamente cômicos. À vista disso e por meio dessa análise que observa a origem das palavras encontradas somente nos dicionários informais da vida afora, presumirei aqui como seria uma das páginas do diário de uma “pirigueti”. Diante às constatações vistas por todos, vamos às suposições. É óbvio que a narração abaixo é fictícia, portanto, a intenção é somente aguçar a nossa imaginação em relação a essa classe tão discriminada, todavia muito requisitada pelos homens. A moralidade hipócrita masculina de alguns selecionados sempre dirá que não há esse desejo, mas contra os fatos não há argumentos. Enfim, vamos ao que interessa! Deve ser mais ou menos assim:
“Querido diário. Ontem passei por maus bocados em uma situação totalmente constrangedora. O João me convidou para irmos ao motel com o carro dele, mas antes resolvemos dar uma turbinada em um restaurante local. Chegando lá, aproximamos da mesa e sentamos. Chamamos o garçom e sabe quem era? Eu nunca imaginava! O Gustavo, o rapaz que fiquei anteontem. Insisti no motivo pelo qual estávamos ali e continuamos numa pose exemplar. Eu, uma moça recatada, nunca tinha passado por momentos tão difíceis. Virei a cadeira para que ele não me visse, mas ao meu lado estava um outro gatinho que transei semana passada. Ah! Era muito para ser verdade. Cega de vergonha, até porque sou sempre uma moça de respeito, pedi licença para o João e fui ao toalete. Pisei lá dentro e mais uma vez me surpreendi. O Maycon, aquele loirinho que escrevi sobre ele outro dia, era o encarregado pela limpeza dos sanitários. Justo ele, o Maycon, o loirinho dos olhos azuis que me deu uns amassos na sexta passada. Ah! Eu não agüentava mais e saí de lá às pressas. O Maycon me chamava, mas eu fazia de conta que nem ouvia. Voltei à mesa e pedi uma água para ver se eu me acalmava. Não via a hora de ir embora. O João não entendia a minha inquietação, então chamou o segurança do bar por achar que algo de errado estava ocorrendo em virtude do meu desespero. Após o chamado, endureci o pescoço para frente e esperei o resultado daquela ação do João. O segurança chegou atrás de mim e perguntou se estava acontecendo algo que ele pudesse ajudar a solucionar. Olhei para responder e avermelhei inteira. O segurança era o Pablo, aquele do meu esquema de quinta-feira passada. Ah… Cansei! Falei para o João que eu queria voltar embora, portanto assim o fizemos. Passamos no motel, ‘namoramos’ um pouco e voltamos para a casa. Enfim, aqui me despeço muito triste, querido diário. Ainda não sei o porquê que me chamam desse tal nome pirigueti!”
(OS NOMES PRÓPRIOS ACIMA CITADOS SÃO MERAMENTE SIMBÓLICOS)
Por fim, havemos de concordar que essas denominações podem sim ridicularizar aquelas pessoas que as desfrutam, entretanto não devemos excluir o alto nível de humor que nelas contêm. De fato estamos atravessando uma avassaladora crise em desfavor da cultura brasileira nos contextos sociais, morais e principalmente intelectuais. Ainda assim, devemos respeitar as diferenças que fazem a diferença! O vocabulário informal tem o seu valor, até porque se não fosse por ele não saberíamos como nomear as senhoritas tão “resguardadas” como aquelas que nunca sentem frio e só andam de barriga de fora para mostrarem o piercing novo.
Só sei dizer que uma raposa felpuda selvagem, em termos de caçada, perde longe para uma “pirigueti”. O “catar papel na ventania” é a especialidade delas, haja vista que têm mais tempo de cama do que urubus de vôo. Afinal… ‘Quando ela me vê, ela mexe piri pipiri piripiri pirigueeeti’.
Certamente, por milhares de motivos sociais e educacionais, nos deparamos com diversas formas de expressão que são diariamente oferecidas pelos nossos tão dinâmicos e contagiantes jovens, ou seja, os nossos futuros governantes, médicos, professores, arquitetos etc. Aliás, por um mero acaso do destino eu também faço parte desse grupo de pessoas. Pelo menos por causa da faixa etária.
Infatigáveis seres humanos da mesma idade em que eu me encontro e também mais novos submetem-se a situações das mais primitivas possíveis, as quais posteriormente passam por análises (já com a presença do bom senso) que sempre resultam em conclusões óbvias direcionadas às mais insanas lembranças dos feitos da noite anterior. Posso citar como exemplo as festas “rave”, aquelas que indivíduos esbaldam-se em bebidas alcoólicas, sacolejam a noite toda como se fossem bambus em dia de vendaval e, em certas horas da ocasião após várias doses de pinga somado ao delírio trazido pelas luzes piscantes enlouquecedoras, querem entrar nas caixas de som como se as mesmas fossem passagens secretas rumo ao paraíso. Fazem feio em clubes e em bailes como se aquele recinto fosse excluído da face da Terra, incomunicável.
Sem falar nas baladas, as festas que anteriormente eram chamadas de boêmias e que hoje é a marca registrada da juventude atual. Por meio delas é exposta a total liberdade juvenil que a todo o momento é escancaradamente exibida como forma de impor aos demais a soberania conquistada a evasivos modos. A ociosidade é tamanha que muitos fazem de seus carros verdadeiros deuses, pois são tão adorados e enfeitados que ultrapassam a realidade de um povo necessitado como é o brasileiro. Rebaixam os seus automóveis de tal maneira que acham estar arrasando, mas na verdade atingem o ridículo. Às vezes ficam tão baixos a ponto de anão ter que entrar deitado.
A comunicação entre os citados é a parte mais chocante e avassaladora já vista em todos os tempos. Em inúmeras gerações, desde Pedro Álvares Cabral, nunca foi visto tamanha desordem cultural. Definitivamente existe algo mais destruidor do que a Peste Negra há muitos anos: AS GÍRIAS. Enquanto a doença na Europa matava as pessoas fisicamente, as gírias vêm matando o bom português dos hábitos de quem as cultivam.
Como prestação de serviço público trago aqui uma espécie de dicionário, o qual convictamente servirá a você como instrumento de consulta, assim como para mim foi de grande serventia. Amedrontemos juntos:
BAGÚIO – Para se referir a qualquer objeto;
BROTHER – Amigo muito chegado;
COROA – Pais;
JOW – Termo usado para chamar qualquer pessoa. “Ei, jow!”;
MALUCO – “Véio” que não é muito chegado;
MANJAR – Verbo. O mesmo que entender. “Fiz assim, manja?”;
SANGUE BOM – Pessoa legal;
SINISTRO – Para denominar algo bom ou ruim. “Isso é sinistro!”;
SUSSA – Sossegado;
VÉIO – Amigo muito chegado;
VACILO – Falta, algo que não se deveria fazer;
TÁ LIGADO? – Termo usado como se fosse: “Está entendendo?”;
Etc.
A resistência jovial nesses quesitos só tem dificultado a proliferação do efetivo conhecimento em suas mentes. Então, por conseqüência, estamos gradativamente imergindo na superfluidade que está nos levando à confusão infinita. Lamentavelmente, se não formos vigilantes dos nossos próprios costumes, teremos, para toda as nossas vidas, DISCURSOS MOLESTADOS.
Fonte: Blog do Sérvulo.
Poxa Wagner, humilhou agora né! hahahahaha
Eu não tenho namorado, não bebo, ainda não tenho habilitação e pra finalizar moro longe da minha família … rs!

Mas deixe estar eu tenho o Yupi 3000! o final de semana inteirinho só pra mim, vou pintar ele de pink e colocar flores na janela… hahahaha!!
Beijus e Bom Final de semana à todos!
((( AGORA O BLOG É MEU… Muaahahahaha! )))
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